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  <title>Os Tempos que Correm</title>
  <subtitle>Este é um espaço para comentar a vida de todos os dias.&#13;
Deixe a sua opinião</subtitle>
  <author>
    <name>Luis Dias</name>
  </author>
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  <updated>2011-02-19T23:52:15Z</updated>
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    <issued>2011-02-19T23:14:47</issued>
    <title>Cortes mas quais, aqui ficam algumas sugestões..........</title>
    <published>2011-02-19T23:49:06Z</published>
    <updated>2011-02-19T23:52:15Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Caros leitores/seguidores deste humilde Blogue, é com tristeza e um pouco de indignação que agarro esta oportunidade de escrever estas linhas.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;A guerra contra a chulice, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer quase tudo, para mudar o rumo deste abuso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a classe politica, incluindo a governante, &lt;em&gt;[a saber, os que se governam...] &lt;/em&gt;de Portugal falam em cortes de despesas e aumentos de impostos a pagar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;pois bem vou aqui deixar algumas dicas, 29 possibilidades de se poupar e/ou fazer dinheiro neste País:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Comecem por&lt;/strong&gt;: &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º empregos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euros/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial e reforma respectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros e não são verificados como podem ser auditados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7. Redução drástica das Juntas de Freguesia... Acabar com o pagamento de 200 € por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 € nas Juntas de Freguesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc..., que se deslocam em digressões particulares pelo País;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado e entes públicos menores, mas maiores nos dispêndios públicos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes que vivem em tugúrios inabitáveis...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES, QUE NÃO NOS DÁ COISA PÚBLICA....;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes às oligarquias locais do partido no poder...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;23. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP, que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;24. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;28. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;29. Pôr os Bancos a pagar impostos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: comic sans ms,sans-serif;"&gt;Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças e políticos deste País, recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Portugueses, indignem-se, revoltem-se, utilizem o poder que têm, exerçam as vossas obrigações civicas.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;MUDEMOS  NOSSA MENTALIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VIVA PORTUGAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-12-05T20:52:57</issued>
    <title>"Mea Culpa, Mea Culpa"</title>
    <published>2010-12-05T21:17:34Z</published>
    <updated>2010-12-05T21:17:34Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;"Mea Culpa, Mea Culpa"&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caros leitores, se ainda existem alguns.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realmente não tenho palavaras para vos explicar o porquê da minha, tão demorada, ausencia. Ainda por coma, tive muitas novidades para vos comunicar, entre outras, casei, deixei de fumar, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas bom cá estou eu outra vez e sim, desta vez casado e não fumador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estive de novo na Suiça, o meu irmão quiz que lá fosse visita-lo, e como a Manu, a minha conjuge, não conhecia, lá fomos nós passar 12 dias impecáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gostámos imenso, fomos muito bem recebidos por toda a familia, a Manu gostou expecialmente do país, completamente diferente do nosso, como seria de imaginar. La consegui conhecer sobrinhos-netos, que ainda não tinha conhecido e voltar a ver amigos que já não via desde o meu regresso definitivo a Portugal, por outro lado a Suiça, em si, não modificou muito. Por sorte apanhámos um tempo expectacular, conseguimos visitar muita coisa, mas muita outra ficou por ver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bom vou ficar por aqui, prometo que não vou ficar ausente tanto tempo outra vez, mas como diz o povo "&lt;em&gt;mais vale trade que nunca&lt;/em&gt;".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grande abraço e até breve com mais noticias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Como estava linda a minha noiva!!!!!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a class="saportelink" href="http://fotos.sapo.pt/eFLS9l0khsZFoNhLB6Mp"&gt;Ps:&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Feliz Natal a todos&lt;/span&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto; border: 0px;" src="http://c6.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/b7d05e076/7661358_gRdn4.jpeg" alt="" width="194" height="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-04-22T23:57:50</issued>
    <title>O Vulcão Islandês "Eyjafjallajokull"</title>
    <published>2010-04-22T23:04:05Z</published>
    <updated>2010-04-27T11:23:36Z</updated>
    <content type="html">&lt;table class="ecxMsoNormalTable" style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="padding-bottom: 18pt; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm;"&gt;
&lt;p class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; Caros Amigos e Leitores, apresento aqui as minhas mais sinceras desculpas por esta ausência demasiado longa. Para me deculpar, se for possivel, deixo aqui a teoria do nosso famoso humorista dos "Gato Fedorento", sobre natureza e não só, riam que por enquanto ainda é de "borla".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="ecxMsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="ecxMsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h1&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: x-large;"&gt;&lt;span style="font-size: 24pt;"&gt;Eis o flagelo do Eyjafjallajokull&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 18pt;"&gt;Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div id="ecxartigoSpace"&gt;
&lt;table class="ecxMsoNormalTable" style="width: 100%;" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="padding: 0cm;" valign="bottom"&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-weight: bold;"&gt;3:45&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Quinta-feira, 22 de Abr de 2010&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;
&lt;div id="ecxbodyText"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Que reflexão merece a erupção do vulcão Eyjafjalla, situado em Eyjafjallajokull? Primeiro, uma constatação linguística: aquilo que, para nós, é escrever letras à balda no teclado, para os islandeses é toponímia. Eyjafjallajokull é o tipo de palavra que aparece se eu fechar os olhos e carregar aleatoriamente em teclas. Na Islândia, é um sítio. Será que um islandês vendado escreve correctamente "Carrazeda de Ansiães" no seu computador? Não sei, e a comunicação social parece mais interessada em seguir o rasto às nuvens de cinza do que em falar das questões que verdadeiramente interessam, como esta.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Outro problema importante é o de investigar o modo como um amante da natureza deve olhar para o vulcão. Não faz especial sentido que uma pessoa que sofre pela extinção do lince da Malcata se alegre com a extinção do Eyjafjalla. Não é verdade que o Eyjafjalla é tão natural como o lince? Um vulcão é uma espécie de borbulha do planeta. Desenvolve-se e fermenta silenciosamente até esguichar um doloroso pus (espero não estar a ser demasiado técnico). Mas faz parte da natureza como um carvalho ou um golfinho. A única diferença é que os vulcões estão para a natureza como os convidados bêbados estão para uma festa. O anfitrião, como o amante da natureza, quer ter a mesma gentileza para com todos os convidados, mas há um que entorna coisas e apalpa senhoras. É o vulcão. Por isso, querendo ou não, todos nós sabemos, no íntimo, que há natureza de primeira e natureza de segunda: uma que deve ser protegida e apreciada e outra que é simplesmente desagradável. No entanto, por vezes cometem-se injustiças - e eu estou particularmente atento ao facto de, na natureza, haver filhos e enteados. É uma observação que faço amiúde na qualidade de amante da natureza mas, principalmente, na de apreciador de caracóis. Muitas vezes estou a desfrutar de um pires de caracóis e percebo o olhar de repugnância que alguém me dirige. E, quase sempre, não tem a ver com o barulho repenicado que faço a tirar o bicho da casca, mas simplesmente com o facto de eu estar a comer caracóis. O mais interessante é que, na esmagadora maioria dos casos, quem me censura por comer caracóis bebe leite e come ovos. O leite, recordo, é uma gosma produzida no interior de uma vaca, e os ovos são - não há como negá-lo - a menstruação da galinha. É impressionante a hipocrisia destes moralistas da nutrição. Mas, ultrapassada esta lógica e inevitável digressão pelo tema dos caracóis, voltemos à questão do vulcão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Se há pensamento que deve alegrar-nos, nesta altura, é este: Portugal foi poupado aos mais violentos fenómenos naturais. Não somos arrasados por tornados, nem devastados por tsunamis. Não temos vulcões que nos aflijam nem avalanchas que nos soterrem. A natureza não tem culpa nenhuma de que Portugal esteja como está. É certo que, volta e meia, aparecem umas chuvas mais abundantes e, lá de longe em longe, um terramoto. Mas em geral o nosso clima é ameno e simpático, por muito que a comunicação social se esforce para descobrir desastres naturais em qualquer rabanada de vento. Ainda na semana passada, a fazer fé nos jornais, houve um minitufão no Algarve e outro em Lisboa. Na impossibilidade de sermos visitados por tufões, temos minitufões. Note-se que a expressão "minitufão" nem sequer faz sentido. Não há, por exemplo, microgigantes. Um minitufão é, na verdade, um tufinho. Na semana passada Portugal foi, portanto, assolado por dois tufinhos. Não é especialmente assustador.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;
&lt;p class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="ecxMsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman; font-size: small;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;em&gt;"de Ricardo Araújo Pereira"&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; padding-right: 0cm; padding-top: 3pt;"&gt; &lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</content>
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    <issued>2010-02-19T11:53:14</issued>
    <title>Declínio da Militância Política e do Sindicalismo </title>
    <published>2010-02-19T11:58:29Z</published>
    <updated>2010-02-19T11:58:29Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Com toda a actualidade politica, encontrei este artigo que julgo interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;O desinteresse pela actividade político-partidária constitui uma das preocupações actuais mais afloradas pela sociedade e pela opinião pública e publicada. Ainda não se conhecem as verdadeiras razões deste declínio, que afecta também o sindicalismo. Mas as crises económicas que não mais largaram o espectro da sociedade desde os anos 70 podem constituir a raiz de tal descrédito. Podemos também apontar que a crise da política começou com a crise dos partidos, cada vez menos ideológicos e activistas e cada vez mais eleitoralistas, tendo em vista o objectivo de ocupação de cargos, honras, posições de relevo e prossecução de interesses pessoais e corporativos e já não tanto de estado. Princípios, programas, projectos são conceitos cada vez mais substituídos pela ambição e eleitoralismo, afastando a opinião pública da sua crença nos partidos e, logo, na vida política.&lt;br /&gt;
A adopção do pragmatismo eleitoral, com a defesa de certos meios para atingir fins constitui um dos gérmenes do descrédito da vida política. Mesmo a esquerda assumiu este pragmatismo possibilista para alcançar o poder institucional pela via eleitoral, mesmo entre os Partidos Comunistas modernos. Aparece aqui a questão do utilitarismo, do &amp;quot;voto útil&amp;quot;, que sacrifica ideologias: muitos partidos têm mais adesão popular quando se enquadram em movimentos sociais do que quando são sujeitos ao escrutínio popular, por ambição do poder institucional. Muitos cidadãos, por outro lado, têm também o seu utilitarismo, quando preferem votar num partido com possibilidades de triunfo em detrimento do partido em que sempre se reviram ideologicamente. Por isso, os partidos embarcam cada vez mais nesse utilitarismo pragmático, muitas vezes esvaziando conteúdos ideológicos e tornando-se, na prática, quase iguais aos seus adversários, o que cria desinteresse eleitoral, abstenção e afastamento da política ou militância partidária pelos cidadãos. Com o neoliberalismo e a globalização económica, que redundaram em assimetrias e desigualdades sociais crescentes, a população enveredou pelo individualismo e por uma opção de sobrevivência, perdendo confiança e interesse naqueles que eram antigamente os seus paladinos: os partidos e os sindicatos. A política já não interessa, já nada traz de novo. O fracasso do marxismo, ou do socialismo marxista, com a sua tradição militante e de activismo político e ideológico, ajudou também ao declínio da vida política, já que a direita é cada vez mais ultilitário-pragmática e sem propostas de militância como a esquerda, que na sua modernização se tem aproximado do centro pragmático, competitivo e eleitoralista, como tem feito também a direita.&lt;br /&gt;
Depois, a aplicação das políticas e medidas publicitadas eleitoralmente está longe de ser efectiva, devido às insuperáveis crises económicas, institucionais e militares, à absorvência global da economia, que retira autonomia e capacidade política e decisória aos estados nacionais, diminuindo o empenho da cidadania pela via política. O declínio do conceito de Estado também contribui para o declínio da militância política, já que há cada vez &amp;quot;menos Estado&amp;quot; e &amp;quot;mais indivíduo&amp;quot;, logo menos ideologia e princípios e mais oportunidade, pragmatismo e carreira. Depois, os governantes e parlamentares estão cada vez menos comprometidos politicamente com os seus eleitores, dessintonizados com as necessidades nacionais, com a justiça social. A democracia pode ter &amp;quot;conquistado&amp;quot; o mundo nos últimos decénios, mas não foi acompanhada de vantagens económicas e sociais de relevo, nem para as maiorias nem para a juventude, maior alfobre de potencial militância política. A realização humana é cada vez mais difícil, e os jovens cada vez mais pessimistas. Daí que a democracia, enquanto sistema que mais privilegia a vida política e partidária dos cidadãos, esteja em crise, sendo ultrapassada pela pragmática crença no desenvolvimento económico. Uma grande parte, crescente, de cidadãos dos países empobrecidos da América Latina prefere hoje o autoritarismo com desenvolvimento económico do que a democracia, com liberdade e garantias, mas com pobreza e baixos índices de realização humana das maiorias. &lt;br /&gt;
As alternâncias sucessivas, as incríveis e inimagináveis alianças eleitoralistas, a baixa aplicabilidade de programas eleitorais, os jogos e corrupção política e a mestiçagem dos partidos com os grupos económicos, a par de maus dirigentes (péssima imagem pública) e de uma classe política sem sentido de estado ou de desenvolvimento social, crises agudas das economias, fraqueza dos sistemas políticos, guerras, desigualdades, podem ser vistos como as causas do declínio da militância política.&lt;br /&gt;
Como a vida política ao nível partidário, também os sindicatos têm conhecido declínio de militância. Depois do seu apogeu entre a Primeira Guerra Mundial e os anos 70/80, não só nos EUA e na Europa Ocidental, mas também no Leste, aqui mais marxistas, os anos 80 e os 90 do século XX marcam algum declínio. Assistencialistas e reinvindicalistas, os sindicatos viram o desenvolvimento tecnológico e as alterações político-económicas mundiais de finais do século passado, bem como a diluição ideológica da vida política, principalmente à esquerda, alterar-lhes a sua projecção social e política. As recuperações económicas de alguns sectores da sociedade, a diminuição do papel do Estado, o aumento do poder de compra dos cidadãos, o fim das políticas salariais indexadas em muitos países, as reestruturações de empresas e novos métodos de gestão dos chamados &amp;quot;recursos humanos&amp;quot;, o novo perfil do trabalhador, mais terciário e mais temporário, como domiciliário e também cada vez mais qualificado, com melhorias na qualidade dos empregos ao nível da oferta regular e regulamentada, com greves cada vez menos frequentes, os sindicatos viram o enquadramento dos trabalhadores nas suas fileiras diminuir, bem como a sua importância social e o seu mediatismo, apesar da sua participação na concertação social ter subido.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&amp;quot;in Infopédia em linha&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2010-02-03T11:50:52</issued>
    <title>Nós, portugueses somos  As duas coisas: estúpidos e mansos...</title>
    <published>2010-02-03T11:59:01Z</published>
    <updated>2010-02-03T11:59:01Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Viva, cá estou eu de novo &amp;quot;mais vale tarde que nunca&amp;quot;,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queria, desde já, pedir desculpas pela ausência prolongada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recebi um Email, de um amigo que não resisto a transcrever, aqui vai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No coments!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&amp;quot;Estava há dias a falar com um amigo meu nova-iorquino que conhece bem Portugal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizia-lhe eu à boa maneira do &amp;quot;coitadinho&amp;quot; português:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabes, nós os portugueses somos pobres ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta foi a sua resposta:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como podes tu dizer que sois pobres, quando sois capazes de pagar por&lt;br /&gt;
um litro de gasolina, mais do triplo do que pago eu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando vos dais ao luxo de pagar tarifas de electricidade e de&lt;br /&gt;
telemóvel 80 % mais caras do que nos custam a nós nos EUA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como podes tu dizer que sois pobres quando pagais comissões bancárias&lt;br /&gt;
por serviços e cartas de crédito ao triplo que nós pagamos EUA?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou quando podem pagar por um carro que a mim me custa 12.000 US&lt;br /&gt;
Dólares (8.320 EUROS) e vocês pagam mais de 20.000 EUROS, pelo mesmo&lt;br /&gt;
carro? Podem dar mais de 11.640 EUROS de presente ao vosso governo do&lt;br /&gt;
que nós ao nosso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós é que somos pobres: por exemplo em New York o Governo Estatal,&lt;br /&gt;
tendo em conta a precária situação financeira dos seus habitantes&lt;br /&gt;
cobra somente 2 % de IVA, mais 4% que é o imposto Federal, isto é 6%,&lt;br /&gt;
nada comparado com os 20% dos ricos que vivem em Portugal. E contentes&lt;br /&gt;
com estes 20%, pagais ainda impostos municipais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além disso, são vocês que têm &amp;quot; impostos de luxo&amp;quot; como são os impostos&lt;br /&gt;
na gasolina e gás, álcool, cigarros, cerveja, vinhos etc., que faz com&lt;br /&gt;
que esses produtos cheguem em certos casos até certos a 300 % do valor&lt;br /&gt;
original., e outros como imposto sobre a renda, impostos nos salários,&lt;br /&gt;
impostos sobre automóveis novos, sobre bens pessoais, sobre bens das&lt;br /&gt;
empresas, de circulação automóvel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um Banco privado vai à falência e vocês que não têm nada com isso&lt;br /&gt;
pagam, outro, uma espécie de casino, o vosso Banco Privado quebra, e&lt;br /&gt;
vocês protegem-no com o dinheiro que enviam para o Estado. E vocês&lt;br /&gt;
pagam ao vosso Governador do Banco de Portugal, um vencimento anual&lt;br /&gt;
que é quase 3 vezes mais que o do Governador do Banco Federal dos&lt;br /&gt;
EUA...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um país que é capaz de cobrar o Imposto sobre Ganhos por adiantado e&lt;br /&gt;
Bens pessoais mediante retenções, necessariamente tem de nadar na&lt;br /&gt;
abundância, porque considera que os negócios da nação e de todos os&lt;br /&gt;
seus habitantes sempre terão ganhos apesar dos assaltos, do saque&lt;br /&gt;
fiscal, da corrupção dos seus governantes e autarcas. Um país capaz de&lt;br /&gt;
pagar salários irreais aos seus funcionários de estado e da iniciativa&lt;br /&gt;
privada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pobres somos nós, os que vivemos nos USA e que não pagamos impostos&lt;br /&gt;
sobre a renda se ganhamos menos de 3.000 dólares ao mês por pessoa,&lt;br /&gt;
isto é mais ou menos os vossos 2.080 ¤uros. Vocês podem pagar impostos&lt;br /&gt;
do lixo, sobre o consumo da água, do gás e electricidade. Aí pagam&lt;br /&gt;
segurança privada nos Bancos, urbanizações, municipais, enquanto nós&lt;br /&gt;
como somos pobres nos conformamos com a segurança pública.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês enviam os filhos para colégios privados, enquanto nós aqui nos&lt;br /&gt;
EUA as escolas públicas emprestam os livros aos nossos filhos prevendo&lt;br /&gt;
que não os podemos comprar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês não são pobres, gastam é muito mal o vosso dinheiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês, portugueses ou são uns estúpidos ou uns mansos.&amp;quot;&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixo no ar a afirmação, pensem bem e comentem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luís Dias&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-12-29T17:54:00</issued>
    <title>Paradoxo da Economia Portuguesa</title>
    <published>2009-12-29T18:16:03Z</published>
    <updated>2009-12-30T10:08:48Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;O Natal,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;esta época, é sem dúvida propicia a gastos. seria de pensar que no período de crise que vivemos talvez os portugueses se contivessem um pouco. Nada de mais errado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tomar-mos atenção ás contas feitas por organismos dedicados a essa matéria, logo nos deparamos com números que, a mim, surpreendem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora vejamos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;quot;Os portugueses já gastaram 1 547 milhões de euros em compras nos 18 primeiros dias de Dezembro. Contas feitas ao segundo dá 29 operações que correspondem a um gasto de 995 euros, noticia o 'Semanário Económico'.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde o início de Dezembro, as compras na rede Multibanco e na rede de Terminais de Pagamento Automático (TPA) ascenderam a 1.547 milhões de euros. Ao todo foram 33,1 milhões de operações que representaram um gasto de 995 euros a cada instante. O mesmo montante despendido a cada segundo ao longo dos 25 dias de Dezembro de 2006. Os dados são da Sociedade Interbancária de Serviços (SIBS) e revelam ser aparentemente pouco credível falar em &amp;ldquo;crise&amp;rdquo;, pois demonstram que tal não pesou na decisão de gastar dinheiro este Natal.&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;in DN&amp;quot;&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois cá está, que crise vivemos nós?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será uma crise selectiva, só em alguns meses do ano?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao analisarmos estes números, podemo-nos perguntar se realmente há ou não dinheiro no bolso dos portugueses. Só vejo duas respostas. Ou há e ninguém o quer dizer ou então não há e continuamos a gastar o que não temos, ou por outras palavras compram-se prendas e não se pagam. Mas curiosamente, os multibanco não fazem crédito e segundo os números indicados acima, gastaram-se 995 &amp;euro; por segundo nos primeiros 18 dias de Dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mistério ou malabarismos financeiros, enfim &amp;quot;chico espertisse&amp;quot; portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensem bem nisto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Feliz ano novo, boas saídas e excelentes entradas é o que vos desejo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luis Dias&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-12-16T10:25:52</issued>
    <title>Periodo Natalício</title>
    <published>2009-12-16T11:49:01Z</published>
    <updated>2009-12-16T11:51:48Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Oi pessoal,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cá estamos nós, mais um ano que termina, mais um Natal que está à porta, menos uns euros dentro do bolso, mais umas crianças felizes e não só, e claro está, mais um clássico SL Benfica-FC Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Domingo lá estarei com o meu Diogo, na Luz, para assistir, esperamos nós, a uma partida de bom futebol, pelo menos as equipas têm possibilidades de o fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na segunda -feira aqui deixarei o meu comentário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queria aqui deixar, mesmo antecipadamente, os meus mais sinceros votos de felicidade, a todos os visitantes deste blog, para o ano novo que se aproxima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos Beijos e Abraçõs.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Feliz Natal e um prospero Ano Novo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;quot;Já ouvi isto algures&amp;quot;.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-11-26T10:36:40</issued>
    <title>POBRES DOS NOSSOS RICOS</title>
    <published>2009-11-26T10:41:02Z</published>
    <updated>2009-11-26T10:41:50Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;A maior desgraça de uma nação pobre é que em vez de produzir&lt;font color="#1f497d"&gt;&lt;span style="color: rgb(31,73,125)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;riqueza, produz ricos.&lt;br /&gt;
Mas ricos sem riqueza.&lt;br /&gt;
Na realidade, melhor seria chamá-los não de ricos mas de&lt;font color="#1f497d"&gt;&lt;span style="color: rgb(31,73,125)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;endinheirados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Rico é quem possui meios de produção.&lt;br /&gt;
Rico é quem gera dinheiro e dá emprego.&lt;br /&gt;
Endinheirado é quem simplesmente tem dinheiro. ou que pensa que&lt;font color="#1f497d"&gt;&lt;span style="color: rgb(31,73,125)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;tem.&lt;br /&gt;
Porque, na realidade, o dinheiro é que o tem a ele.&lt;br /&gt;
A verdade é esta: são demasiados pobres os nossos &amp;quot;ricos&amp;quot;.&lt;br /&gt;
Aquilo que têm, não detêm.&lt;br /&gt;
Pior: aquilo que exibem como seu, é propriedade de outros.&lt;br /&gt;
É produto de roubo e de negociatas.&lt;br /&gt;
Não podem, porém, estes nossos endinheirados usufruir em&lt;font color="#1f497d"&gt;&lt;span style="color: rgb(31,73,125)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;tranquilidade de tudo quanto roubaram.&lt;br /&gt;
Vivem na obsessão de poderem ser roubados.&lt;br /&gt;
Necessitavam de forças policiais à altura.&lt;br /&gt;
Mas forças policiais à altura acabariam por lança-los a eles&lt;font color="#1f497d"&gt;&lt;span style="color: rgb(31,73,125)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;próprios na cadeia.&lt;br /&gt;
Necessitavam de uma ordem social em que houvesse poucas razões&lt;font color="#1f497d"&gt;&lt;span style="color: rgb(31,73,125)"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;para a criminalidade.&lt;br /&gt;
Mas se eles enriqueceram foi graças a essa mesma desordem (...)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MIA COUTO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-11-24T11:25:29</issued>
    <title>Anti-corrupção, cá estamos nós</title>
    <published>2009-11-24T12:41:00Z</published>
    <updated>2009-11-24T14:10:08Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span id="Photo"&gt;&lt;a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt/51kRb43UcnJQZYLgea3m"&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" alt="" width="222" height="160" src="http://fotos.sapo.pt/51kRb43UcnJQZYLgea3m/500x500" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portugal desceu novamente no &lt;i&gt;ranking&lt;/i&gt; anual sobre a percepção da corrupção, segundo um relatório hoje divulgado pela organização não-governamental &lt;i&gt;Transparency International &lt;/i&gt;. O país obteve 5,8 pontos, numa escala de zero (altamente corrupto) a dez (altamente limpo), contra 6,1 pontos no ano passado, caindo da 32ª para a 35ª posição, entre 180 países avaliados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com todos os processos de corrupção que têm vindo a público nestes últimos anos, começando pelo &amp;quot;Apito Dourado&amp;quot; e acabando no &amp;quot;Face Oculta&amp;quot;, passando por &amp;quot;Freeport&amp;quot;, Portugal tem vindo a descer no &lt;i&gt;kanking&lt;/i&gt; mencionado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este ano, os cinco países mais bem colocados são a Nova Zelândia (9,4), Dinamarca (9,3), Singapura (9,2), Suécia (9,2) e Suíça (9,0). Na cauda da lista estão a Somália (1,1), Afeganistão (1,3), Birmânia (1,4), Sudão (1,5) e Iraque (1,5).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre os países europeus, os piores classificados são a Roménia (3,8), Grécia (3,8), Bulgária (3,8), Itália (4,3) e Eslováquia (4,5).&lt;br /&gt;
 &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Apito Dourado e Somague &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;No que ao ranking da Transparency International diz respeito, os últimos anos têm sido negativos para Portugal: desde 2005 que o país tem vindo a baixar no índice. Relativamente ao relatório do ano passado, a TI explicou a descida da &amp;quot;atenção pública&amp;quot; dada a &amp;quot;investigações de corrupção envolvendo proeminentes do desporto&amp;quot; (processo Apito Dourado), bem como a &amp;quot;primeira investigação bem sucedida de uma doação ilícita a uma campanha&amp;quot; partidária (caso Somague/PSD).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E se estes eram os pressupostos em 2008, os casos de justiça noticiados a envolver indícios de corrupção não diminuíram passado um ano. A começar pelo caso Freeport e as suspeitas no licenciamento do outlet de Alcochete, que envolveu o nome do primeiro-ministro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
José Sócrates voltou a aparecer no caso Face Oculta, em que um ex-ministro do PS, Armando Vara, é arguido, mas porque foram detectadas escutas entre os dois no processo. Depois da privatização do BPN, devido à crise económica mundial, foi criada uma comissão parlamentar de inquérito que teve grande impacto mediático. E houve ainda Operação Furacão, lançada em 2005, envolvendo bancos e empresas, por prática de evasão fiscal, mas que foi tendo mais uns quantos episódios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Parlamento, nos últimos dois anos, houve muito debate sobre o tema e foram aprovadas as leis de Política Criminal, que definem as prioridades da política criminal, foi revisto o Código Penal, sendo igualmente aprovada a criação de um Conselho de Prevenção da Corrupção, na ressaca da discussão das medidas anti-corrupção do pacote João Cravinho e das propostas, &lt;b&gt;chumbadas&lt;/b&gt;, de criminalizar o enriquecimento ilícito.&lt;br /&gt;
O que dizer de um país como este que não faz nada para responsabilizar os políticos que tem na sua governação, o que seria difícil acontecer, visto serem eles próprios a fazer as leis que nós necessitaríamos para endireitar tudo isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Qual o caminho?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muito difícil de responder, não sei se estarão de acordo comigo, mas todos os comentários que tenho ouvido sobre o assunto, apontam os problemas mas não dão soluções, normalmente &lt;i&gt;&amp;quot;é sempre da culpa do outro&amp;quot;, &lt;/i&gt;&lt;i&gt;alguém disse &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;errar é humano, culpar o outro é estratégico&amp;quot;.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;E aqui deixo mais uma opinião de um simples cidadão.&lt;/i&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <title>Cá estou eu de novo</title>
    <published>2009-11-18T15:00:25Z</published>
    <updated>2009-11-18T15:00:25Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Oi pessoal,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cá estou eu de novo, desde já quero pedir mil desculpas pela ausência prolongada, mas a vontade de escrever não estava comigo, ainda para mais estou em pleno período de frequências no politécnico, mas cá estou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como podem verificar, tenho novas funções neste blog, uma caixa de votos e uma de mensagens, espero que as utilizem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à minha pessoa, por cá vou andando, umas vezes bem outras melhor e o tempo lá vai passando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obrigado pela visita e deixem a vossa mensagem, será um prazer responder.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Xau, &amp;quot;inté&amp;quot;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-10-02T16:40:05</issued>
    <title>Extraordinário, esta é a nossa politica</title>
    <published>2009-10-02T15:49:19Z</published>
    <updated>2009-10-02T15:49:19Z</updated>
    <category term="tomada de posse"/>
    <category term="politica"/>
    <category term="poder"/>
    <category term="corrupção"/>
    <category term="país"/>
    <category term="promessas"/>
    <category term="governo"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="color: #333300"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;"&gt;&lt;strong&gt;Antes da tomada de Posse&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; color: rgb(0,128,255)"&gt;&lt;strong&gt;O nosso partido cumpre o que promete. &lt;br /&gt;
Só os tolos podem crer que &lt;br /&gt;
não lutaremos contra a corrupção. &lt;br /&gt;
Porque, se há algo certo para nós, é que &lt;br /&gt;
a honestidade e a transparência são fundamentais. &lt;br /&gt;
para alcançar os nossos ideais &lt;br /&gt;
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que &lt;br /&gt;
as máfias continuarão no governo, como sempre. &lt;br /&gt;
Asseguramos sem dúvida que &lt;br /&gt;
a justiça social será o alvo da nossa acção. &lt;br /&gt;
Apesar disso, há idiotas que imaginam que &lt;br /&gt;
se possa governar com as manchas da velha política. &lt;br /&gt;
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que &lt;br /&gt;
se termine com os marajás e as negociatas. &lt;br /&gt;
Não permitiremos de nenhum modo que &lt;br /&gt;
as nossas crianças morram de fome. &lt;br /&gt;
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que &lt;br /&gt;
os recursos económicos do país se esgotem. &lt;br /&gt;
Exerceremos o poder até que &lt;br /&gt;
Compreendam que &lt;br /&gt;
Somos a nova política.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300"&gt;&lt;span style="font-size: large"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;"&gt;&lt;strong&gt;Depois da tomada de posse &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #003300"&gt;&lt;span style="font-size: large"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;"&gt;&lt;strong&gt;leiam o mesmo texto de baixo para cima&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: xx-small"&gt;&lt;span&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; color: rgb(0,128,255)"&gt;&lt;strong&gt;(Origem do texto desconhecida)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:os_nossos_tempos:3082</id>
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    <issued>2009-10-02T10:35:16</issued>
    <title>Novo ano escolar que começa</title>
    <published>2009-10-02T10:45:51Z</published>
    <updated>2009-10-02T10:45:51Z</updated>
    <category term="licenciatura"/>
    <category term="estudo"/>
    <category term="solicitadoria"/>
    <category term="ipl leiria"/>
    <category term="colegas"/>
    <category term="direito"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;Pois é amigos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;como já muitos sabem, estou a tirar uma licenciatura em Solicitadoria no IPL em Leiria, já vou no 2º ano que agora começa e a serio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estando em regime pós-laboral, o mais difícil é sem dúvida os horários, das 18:00 às 24:00, sendo o mais agradável a convivência com as e os colegas de turma, com os quais tive muita sorte pois são sem duvida muito bons, passamos realmente bons momentos, deixo aqui os meus agradecimentos a todas elas e todos eles por esses momentos, quanto aos professores deste ano, ainda é cedo para dizer algo, quanto aos do ano passado, fiquei bastante agradado com alguns (Direito Comunitário; Direito Administrativo; Gestão de Conflitos e Informática) e desagradado com outros (Ingês, Contabilidade; Introdução ao Direito e Teoria Geral do Direito Civil).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à materia lecionada, tambem tem a sua dificuldade e o tempo para o estudo, sempre necessário, é muito difícil de gerir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas bom, lá começa mais um ano lectivo, e temos de ser optimistas, vai tudo correr pelo melhor, temos de estar atentos nas aulas e organizar o tempo para estudar o mais e melhor possivel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quero aqui deixar os votos de sucesso para todos os meus colegas de turma e que cheguemos, todos, ao fim de mais este ano e com as notas necessárias para contnuarmos todos juntos e para começarmos o 3º ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraços&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:os_nossos_tempos:3035</id>
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    <issued>2009-09-24T11:37:57</issued>
    <title>Detalhes da Vida, ou Não</title>
    <published>2009-09-24T11:38:57Z</published>
    <updated>2009-09-24T11:38:57Z</updated>
    <category term="amor"/>
    <category term="vida"/>
    <category term="detalhes"/>
    <category term="escuta"/>
    <category term="amizade"/>
    <category term="filosofia de vida"/>
    <category term="carinho"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;É incrível como podemos errar em pequenos detalhes da vida de todos os dias, eu digo pequenos detalhes, para mim, mas para os outros não o são e é aí que está todo o problema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que são detalhes para uns, não o são para os outros, pois é, há quem diga que a vida é fácil, o difícil é saber viver. É aí que todos nós devemos, a começar por mim, fazer mais esforços, para que não venhamos a desiludir quem amamos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Simples gestos e atenções que poderíamos ter e/ou fazer e que não temos e/ou não fazemos podem na realidade complicar-nos a vida, trazer-nos dissabores, tristezas, que, com facilidade, não existiriam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se ao menos fossemos mais atentos, concentrados, carinhosos, se escuta-se-mos em vez de simplesmente ouvir-mos!!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sim, uma escuta atenta do outro pode trazer mais alegria e muitas mais compensações, pode facilitar-nos o saber viver, enfim, facilitar-nos a vida de todos os dias, seja com a pessoa amada, amigos ou profissionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrever estas palavras é realmente muito fácil e simples, o desafio está na mudança de atitude, desde já deixo claro que não é fácil, que é necessário muito trabalho a nível de carácter pessoal, de introspecção &lt;i&gt;(olhar para dentro de nós)&lt;/i&gt;, mas também vos digo que, embora também se tenha de fazer esse trabalho, por mim falo, a recompensa é digna e frutuosa, que com certeza tornamos a nossa vida de todos os dias muito mais aliciante, intensa e alegre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A grande verdade é que:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós amamos os outros quando nos ama-mos a nós mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós fazemos aos outros o que fazemos a nós mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós odiamos os outros quando nos odiamos a nós mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós toleramos os outros quando toleramos a nós mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós perdoamos os outros quando perdoamos a nós mesmos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós temos a tendência de sacrificar os outros quando nós não estamos prontos para nos sacrificar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveito para deixar aqui desde já, as minhas mais sinceras desculpas, embora saiba que &lt;i&gt;(desculpas não se pedem, evitam-se)&lt;/i&gt;, a todos aqueles com quem me relaciono, em especial aos que amo, por não os escutar, não lhes dar a merecida atenção e deixo também a promessa de que farei todos os esforços para melhorar a escuta, atenção, enfim eu próprio.&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:os_nossos_tempos:2639</id>
    <link rel="alternate" type="text/html" href="http://os_nossos_tempos.blogs.sapo.pt/2639.html"/>
    <issued>2009-09-23T11:02:00</issued>
    <title>Choremos de vergonha</title>
    <published>2009-09-23T10:21:47Z</published>
    <updated>2009-09-23T10:29:44Z</updated>
    <category term="josé socrates"/>
    <category term="santana lopes"/>
    <category term="politica"/>
    <category term="cavaco silva"/>
    <category term="cultura"/>
    <category term="portugueses"/>
    <category term="chico-esperto"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;
&lt;table style="width: 100%" border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="100%"&gt;
    &lt;tbody&gt;
        &lt;tr&gt;
            &lt;td style="padding-bottom: 0cm; padding-left: 0cm; width: 100%; padding-right: 0cm; padding-top: 0cm" valign="top" width="100%"&gt;
            &lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;font color="#800000" size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; color: maroon; font-size: 13.5pt"&gt;Eduardo Prado Coelho, antes de falecer (25/08/2007), &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;font color="#800000" size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; color: maroon; font-size: 13.5pt"&gt;teve a lucidez de nos deixar esta reflexão, sobre nós todos, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;font color="#800000" size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; color: maroon; font-size: 13.5pt"&gt;por isso façam uma leitura atenta.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
            &lt;/td&gt;
        &lt;/tr&gt;
    &lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center"&gt;&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt; font-weight: bold"&gt;Precisa-se de matéria prima para construir um País&lt;br /&gt;
Eduardo Prado Coelho - in Público&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;&lt;br /&gt;
A crença geral anterior era de que Santana Lopes não servia, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;bem como Cavaco, Durão e Guterres.&lt;br /&gt;
Agora dizemos que Sócrates não serve.&lt;br /&gt;
E o que vier depois de Sócrates também não servirá para nada.&lt;br /&gt;
Por isso começo a suspeitar que o problema não está no trapalhão&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;que foi Santana Lopes ou na farsa que é o Sócrates.&lt;br /&gt;
O problema está em nós. Nós como povo.&lt;br /&gt;
Nós como matéria prima de um país.&lt;br /&gt;
Porque pertenço a um país onde a &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;ESPERTEZA&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; é a moeda &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;sempre valorizada, tanto ou mais do que o euro.&lt;br /&gt;
Um país onde ficar rico da noite para o dia é uma virtude &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;mais apreciada do que formar uma família &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;baseada em valores e respeito aos demais.&lt;br /&gt;
Pertenço a um país onde, lamentavelmente, os jornais jamais&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;poderão ser vendidos como em outros países, isto é, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;pondo umas caixas nos passeios onde se paga por um só jornal &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt; font-weight: bold"&gt;E SE TIRA UM SÓ JORNAL,&lt;br /&gt;
DEIXANDO-SE OS DEMAIS ONDE ESTÃO.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;Pertenço ao país onde as &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;EMPRESAS PRIVADAS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; são fornecedoras particulares&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;dos seus empregados pouco honestos, que levam para casa,&lt;br /&gt;
como se fosse correcto, folhas de papel, lápis, canetas, clips e tudo o que possa ser útil&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;para os trabalhos de escola dos filhos... e para eles mesmos.&lt;br /&gt;
Pertenço a um país onde as pessoas se sentem espertas porque&lt;br /&gt;
conseguiram comprar um descodificador falso da TV Cabo, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;onde se frauda a declaração de IRS para não pagar ou pagar menos impostos.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Pertenço a um país:&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
-Onde a falta de pontualidade é um hábito;&lt;br /&gt;
-Onde os directores das empresas não valorizam o capital humano.&lt;br /&gt;
-Onde há pouco interesse pela ecologia, onde as pessoas atiram lixo nas ruas e, depois, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;reclamam do governo por não limpar os esgotos.&lt;br /&gt;
-Onde pessoas se queixam que a luz e a água são serviços caros.&lt;br /&gt;
-Onde não existe a cultura pela leitura (onde os nossos jovens dizem que &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;é 'muito chato ter que ler') e não há consciência nem memória&lt;br /&gt;
política, histórica nem económica.&lt;br /&gt;
-Onde os nossos políticos trabalham dois dias por semana para aprovar projectos e leis &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;que só servem para caçar os pobres, arreliar a classe média&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;e beneficiar alguns.&lt;br /&gt;
Pertenço a um país onde as cartas de condução e as declarações médicas&lt;br /&gt;
podem ser 'compradas', sem se fazer qualquer exame.&lt;br /&gt;
-Um país onde uma pessoa de idade avançada, ou uma mulher com uma criança nos braços, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;ou um inválido, fica em pé no autocarro, enquanto a pessoa que está sentada&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;finge que dorme para não lhe dar o lugar.&lt;br /&gt;
-Um país no qual a prioridade de passagem é para o carro&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;e não para o peão.&lt;br /&gt;
-Um país onde fazemos muitas coisas erradas, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;mas estamos sempre a criticar os nossos governantes.&lt;br /&gt;
Quanto mais analiso os defeitos de Santana Lopes e de Sócrates, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;melhor me sinto como pessoa, apesar de que ainda ontem &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;corrompi um guarda de trânsito para não ser multado.&lt;br /&gt;
Quanto mais digo o quanto o Cavaco é culpado, melhor sou eu como português, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;apesar de que ainda hoje pela manhã explorei um cliente que confiava em mim, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;o que me ajudou a pagar algumas dívidas.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Não. Não. Não.&lt;/b&gt; Já basta.&lt;br /&gt;
Como 'matéria prima' de um país, temos muitas coisas boas, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;mas falta muito para sermos os homens e as mulheres que o nosso país precisa.&lt;br /&gt;
Esses defeitos, essa &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;'CHICO-ESPERTERTICE PORTUGUESA'&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; congénita,&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;essa desonestidade em pequena escala, que depois cresce e evolui &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;até se converter em casos escandalosos na política, essa falta de qualidade humana, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;mais do que Santana, Guterres, Cavaco ou Sócrates, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;é que é real e honestamente má, porque todos eles são portugueses como nós,&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;ELEITOS POR NÓS&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;. Nascidos aqui, não noutra parte...&lt;br /&gt;
Fico triste.&lt;br /&gt;
Porque, ainda que Sócrates se fosse embora hoje, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;o próximo que o suceder terá que continuar a trabalhar com a mesma matéria prima&lt;br /&gt;
defeituosa que, como povo, somos nós mesmos.&lt;br /&gt;
E não poderá fazer nada...&lt;br /&gt;
Não tenho nenhuma garantia de que alguém possa fazer melhor, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;mas enquanto alguém não sinalizar um caminho destinado a &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;erradicar primeiro os vícios que temos como povo, ninguém servirá.&lt;br /&gt;
Nem serviu Santana, nem serviu Guterres, não serviu Cavaco, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;nem serve Sócrates e nem servirá o que vier.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;Qual é a alternativa ?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Precisamos de mais um ditador, para que nos faça cumprir a lei &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;com a força e por meio do terror ?&lt;br /&gt;
Aqui faz falta outra coisa. E enquanto essa 'outra coisa' não comece &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;a surgir de baixo para cima, ou de cima para baixo, ou do centro para os lados, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;ou como queiram, seguiremos igualmente condenados, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;igualmente estancados... igualmente abusados !&lt;br /&gt;
É muito bom ser português. Mas quando essa portugalidade autóctone começa&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;a ser um empecilho às nossas possibilidades de desenvolvimento&lt;br /&gt;
como Nação, então tudo muda...&lt;br /&gt;
Não esperemos acender uma vela a todos os santos, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;a ver se nos mandam um messias.&lt;br /&gt;
Nós temos que mudar. Um novo governante com os mesmos portugueses &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;nada poderá fazer.&lt;br /&gt;
Está muito claro... Somos nós que temos que mudar.&lt;br /&gt;
Sim, creio que isto encaixa muito bem em tudo o que anda a acontecer-nos:&lt;br /&gt;
Desculpamos a mediocridade de programas de televisão nefastos e,&lt;br /&gt;
francamente, somos tolerantes com o fracasso.&lt;br /&gt;
É a indústria da desculpa e da estupidez.&lt;br /&gt;
Agora, depois desta mensagem, francamente, decidi procurar o responsável, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;não para o castigar, mas para lhe exigir (sim, exigir)&lt;br /&gt;
que melhore o seu comportamento e que não se faça de mouco, &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;de desentendido.&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;&lt;br /&gt;
Sim, decidi procurar o responsável e &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;ESTOU SEGURO DE QUE O ENCONTRAREI&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;QUANDO ME OLHAR NO ESPELHO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;AÍ ESTÁ. NÃO PRECISO PROCURÁ-LO NOUTRO LADO.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt"&gt;&lt;br /&gt;
E você, o que pensa ?... &lt;b&gt;&lt;span style="font-weight: bold"&gt;MEDITE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; !&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;font size="4"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;font size="4" face="Comic Sans MS"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;#39;Comic Sans MS&amp;#39;; font-size: 13.5pt; font-weight: bold"&gt;EDUARDO PRADO COELHO&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-08-31T16:49:53</issued>
    <title>O que nos faz Viver</title>
    <published>2009-08-31T15:52:30Z</published>
    <updated>2009-09-28T11:55:40Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt/dhuKHlh3Q2B2wAHifwAG"&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; width: 155px; height: 200px; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" alt="" width="191" height="255" src="http://fotos.sapo.pt/dhuKHlh3Q2B2wAHifwAG/340x255" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt/mChIvAp0e33j1ZohOwaB"&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; width: 274px; height: 201px; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" width="340" height="255" alt="" src="http://fotos.sapo.pt/mChIvAp0e33j1ZohOwaB/340x255" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Olá, pessoal,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, cá estou eu outra vez a escrever mais uns paragrafos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;pois é a minha menina, a Milene (ver foto), esteve comnosco de férias, poucos dias para meu gosto, mas enfim é o que se pode arranjar, o meu menino, o Diogo (ver foto), vem em Dezembro, supostamente para me ver, mas aproveita e vem ver o Benfica-Porto na Luz. Vem tambem descompressar da tropa, está a fazer o tempo de recruta neste momento. Fico sempre apreensivo com a qualidade do tempo de férias que os meus meninos passam junto de nós, fico sempre com a sensação que não lhes dou toda a atenção que deveria dar, que não vão embora satisfeitos com os momentos que passamos juntos, que poderia fazer mais e melhor, mas acho que é uma reacção normal de pai, nunca damos o suficiente aos nossos filhos, queremos sempre dar mais. Dito isto, espero sinceramente que, quando vêm, passem as férias melhores possiveis, nem sempre se pode fazer/dar o que queremos. Queria tambem aproveitar para deixar claro o enorme prazer que tenho, aliaz que temos, eu e a Manu, em os receber em nossa casa, é sempre uma alegria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim sendo e passando estas considerações, acho que estas férias foram extraordinárias para todos, digo eu, para mim foram. Cá ficamos á espera das proximas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos beijos para os meus pequeninos, 23 e 20 anos respectivamente, mas sempre pequeninos para mim. Queria agradecer á mãe deles, Madalena Reis, pela educação que lhes deu, ao seu companheiro pela ajuda que tem dado, não deve ter sido sempre fácil, bem pelo contrário, mas o resultado final valeu a pena, da minha parte estou muito orgulhoso deles e acho que da parte dela também, mas só ela poderá responder.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-08-03T11:04:06</issued>
    <title>Mais um Caneco!</title>
    <published>2009-08-03T10:39:44Z</published>
    <updated>2009-08-03T10:43:14Z</updated>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;a target="_blank" href="http://fotos.sapo.pt/BUuCGfi8HzqizbChslIr"&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" width="340" height="101" alt="" src="http://fotos.sapo.pt/BUuCGfi8HzqizbChslIr/340x255" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pois é, caros benfiquistas,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais um torneio e mais um caneco, voltamos a ser os campeões da pré-temporada, vamos ver agora se realmente a qualidade demonstrada durante este período, é para melhorar e ficar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os indícios são realmente muito bons, a fluidez do jogo demonstrada é bem superior à do ano passado, já não falo da euforia dos adeptos, porque essa está sempre igual todos os anos, o discurso do &amp;quot;J.J.&amp;quot; é talvez menos eloquente que o de &amp;quot;Quique&amp;quot; mas talvez mais autentico e de acordo com as aspirações do nosso Glorioso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os jogadores por enquanto ainda molham a camisola, ao contrário do ano passado, porquê? Não sei responder, mas espero que continuem, independentemente da resposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diz &amp;quot;J.J.&amp;quot; em entrevista a &amp;quot;O Jogo&amp;quot; e passo a citar, &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;&amp;quot;Pressão, há sempre, mas como é pela positiva, melhor. Os adeptos acreditam no que estamos a fazer, mas sabemos que vamos ter dificuldades durante o Campeonato. Ainda não ganhámos nada. Este torneio dá-nos confiança, e aos adeptos também. Temos capacidade para lhes dar muitas alegrias, mas não interessa como começa. Interessa é como acaba&amp;quot;. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora aí está um discurso cheio de realismo, Vamos lá ver como acaba, pois ainda nada começou, temos muitos jogos, e esses a doer, para jogar e aí sim demonstrar que realmente somos os melhores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esperançados estamos nós, adeptos, que realmente e de uma vez por todas vamos quebrar a hegemonia do F.C.P. no futebol portugues.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saudações benfiquistas e deixem aqui a vossa opinião.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-07-31T14:37:27</issued>
    <title>Que politica a nossa!!??</title>
    <published>2009-07-31T14:04:26Z</published>
    <updated>2009-07-31T14:04:26Z</updated>
    <category term="partidária"/>
    <category term="política"/>
    <category term="interesse nacional"/>
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    <content type="html">&lt;p&gt;Sim senhor,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto é politica, ou não!!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinceramente, não estão fartos do modo como os nossos políticos (que são sempre os mesmos) fazem essa mesma politica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O refrão é sempre o mesmo, &amp;quot;os outros só fazem M....., nós é que somos o melhores&amp;quot;, ou então, &amp;quot;a culpa é dos que estiveram antes no governo, nós herdámos esta situação&amp;quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda não ouvi nenhum deles, independentemente da cor partidária, dizer que sim, o que fizeram foi bem feito, mas poderiam fazer melhor, e dar em seguida os paços para justamente se fazer melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas vezes até penso que temos vários Países em jogo, não existem matérias com objectivos comuns, cada um puxa para o seu lado. No meu ponto de vista deveriam, justamente, fazer o contrário, encontrarem objectivos comuns e lutarem por eles, todos em uníssono.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E objectivos de enorme importância para o país não faltam. Mas não, parece ser impossível que isso aconteça e assim sendo torna-se mais difícil termos o Portugal que gostaríamos de ter.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É claro que divergências entre facções politicas têm de existir, chama-se a isso pluralidade de opiniões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas existem matérias que , pela sua importância deveriam ter o consenso de todas as vertentes politicas. Matérias que são importantes não só para nós mas também para todas as gerações vindouras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A impressão que tenho é que o interesse pessoal passa à frente do Nacional. É mais importante o que eu quero do que o País precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É claro que muitíssimo haveria a dizer sobre este assunto, a taxa de abstenção nas votações por exemplo, mas cá voltarei em breve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saudações para todos.&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-07-20T16:22:38</issued>
    <title>Primeiros passos na Lua, foi à 40 anos</title>
    <published>2009-07-20T15:23:41Z</published>
    <updated>2009-07-21T15:55:21Z</updated>
    <category term="astronauta"/>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; width: 323px; height: 220px; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" width="331" height="291" alt="" src="http://fotos.sapo.pt/o43rtMG72zH7LjJYO2RQ/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Há 40 anos certos, o ser humano pôs os pés na Lua. Quase 500 milhões viram da Terra o saltitar leve de Armstrong e as marcas das suas botas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O sonho de lá voltar e ir mais além está a ficar cada vez mais nítido&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;O primeiro salto, foi no Mar da Tranquilidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Muitas pessoas ainda não acreditam que Neil Armstrong deixou, realmente, as marcas das suas botas em terreno lunar. existem teses de que tudo o que, na altura, se assistiu na televisão foi completamente encenado pelos americanos. Ainda hoje de manhã ouvia na radio, uma ouvinte dizer que, ainda espera que um dia venham dizer que foi tudo mentira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;&lt;span&gt;Quanto aos mais cépticos, terão razão ou não em não acreditar, eu cá por mim acredito, mas quem sou eu??!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Quem sabe, se os nossos netos ou bisnetos, não vão ter morada fixa nesse nosso satélite.&lt;span style="display: none" id="1248102467536E"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;O sinal de retoma de exploração da Lua pela NASA foi dado por George W. Bush, que fixou em 2020 a meta para o regresso à Lua. A ambição do novo programa espacial não ficou por aí. Bush falou na Lua e &amp;quot;para além dela&amp;quot;. O programa Constellation está em marcha, com desenho de naves (Orion) e foguetões (Ares). Em paralelo, houve concurso para novos fatos espaciais para os astronautas, segundo modelos que satisfaçam mais a segurança, autonomia da nave-mãe e mobilidade. De momento, os EUA têm em curso duas missões não tripuladas dirigidas à Lua. Os países europeus, através da ESA, também fitam este alvo, o mesmo acontecendo com a China, a Índia e o Japão. Mais ainda do que os contributos científicos, o custo das missões exigirá maior cooperação internacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Para a História ficaram as palavras de Neil Armstrong: &amp;quot;Um pequeno passo para um homem, um salto gigantesco para a Humanidade&amp;quot; . Os companheiros desta missão Apollo 11, propulsionada pelo foguetão Saturno V, eram Edwin &amp;quot;Buzz&amp;quot; Aldrin e Michael Collins. A este coube a tarefa de entretanto orbitar a Lua, não tendo descido da nave. Os outros dois recolheram material para análise posterior e implantaram a bandeira dos EUA (que terá sido feita por uma emigrante portuguesa e lá continuará sem brisas que a perturbem, pois não há uma atmosfera). A sua permanência em solo lunar foi de duas horas e meia. Neil Armstrong diria depois que &amp;quot;não havia muito tempo para disfrutar do momento, já que havia tanta coisa para fazer&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-07-14T14:49:14</issued>
    <title>O "Novo Benfica"</title>
    <published>2009-07-14T14:15:57Z</published>
    <updated>2009-07-21T16:01:47Z</updated>
    <category term="mais garra"/>
    <category term="época"/>
    <category term="benfica"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;img style="border-bottom-color: black; border-top-color: black; border-right-color: black; border-left-color: black" border="0" width="490" height="153" alt="" src="http://fotos.sapo.pt/BUuCGfi8HzqizbChslIr/" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Pois é amigos, nos últimos dois dias, o nosso Glorioso deu ar da sua graça, mais uma época que começa e mais um novo Benfica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Para dizer a verdade gostei do que pude ver, um Benfica mais trabalhador, mais pressionante, com mais garra, enfim podemos dizer que, por minutos, jogou à Benfica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Não sei se é a esperança que fala por mim, ou se realmente, temos este ano, uma equipa &amp;quot;ou treinador&amp;quot; capaz de nos dar as alegrias que de alguns anos a esta parte nos fogem lá para o norte.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Eu, por mim, sempre fui adepto, na época passada, de guardar o treinador que tinhamos &amp;quot;Sr. Quique Flores&amp;quot;, mesmo desagradado que ficava com as exibições da equipa, mesmo não compreendendo as opções, mas penso que se devia dar a continuidade e tranquilidade de que, um grande clube como o nosso, necessita para poder vencer com a frequência que queremos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Sinceramente, não sei o que poderá acontecer, acho que ninguém sabe, esta época, mas as expectativas são altissimas, pelo menos da minha parte e da dos milhares de portugueses que viveram o estágio na Suiça.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Deixo aqui, então, os meus votos muito sinceros para o sucesso de toda a equipa, que consequentemente vai ser o sucesso de todos nós &amp;quot;Benfiquistas&amp;quot;, para esta época que se advinha muito dificil, mas com um final feliz para o nosso lado. Que daqui a um ano, mais ou menos, estejamos todos &amp;quot;Os Benfiquistas&amp;quot; muito contentes e com mais confiança para o futuro da nossa equipa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Para todos um abraço Benfiquista deste vosso amigo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-07-13T11:30:49</issued>
    <title>Qualidades Humanas</title>
    <published>2009-07-13T11:16:31Z</published>
    <updated>2009-07-13T11:16:31Z</updated>
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    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Caros amigos, deixo aqui algumas considerações sobre as qualidades humanas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Qualidades essas que, infelizmente, já são poucas entre nós, a confiança, a honra, a sinceridade e outras mais, dificilmente as encontramos na nossa vida do dia à dia. Que seja nas relações profissionais ou pessoais temos de ser desconfiados, por força das experiencias vividas, não se pode confiar em ninguém, parece que anda metade do mundo para &amp;quot;lixar&amp;quot; a outra metade. O tempo em que a &amp;quot;palavra&amp;quot; dada ainda tinha significado já se foi, hoje em dia já ninguém sabe o que isso quer dizer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Alguns dizem que é o consumismo &amp;quot;o dinheiro&amp;quot; que trás essas reacções, deve ter com certeza alguma ligação, mas não deve ser o único, os novos modos de vida, os novos tempos, devem, sem dúvida, ter também culpas no cartório. O não olhar a meios para se atingir fins, não se importar de magoar alguém para nosso próprio conforto, etc.. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Felizmente temos de vez em quando algumas boas surpresas, embora poucos, muito poucos, ainda se encontram amigos como antigamente, daqueles que nos dão a camisa se necessário e são esses que nos fazem continuar a acreditar na raça humana, há quem diga &amp;quot;quanto mais conheço o homem, mais gosto dos animais&amp;quot;, por enquanto, não partilho essa tese, ainda tenho esperança que entre nós possamos encontrar seres humanos com dignidade, que honrem as qualidades que fazem de nós, seres humanos, diferentes dos outros animais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <issued>2009-07-10T10:18:15</issued>
    <title>O corpo feminino</title>
    <published>2009-07-10T09:21:48Z</published>
    <updated>2009-07-10T09:25:00Z</updated>
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    <content type="html">&lt;h2 style="text-align: center" align="center"&gt;&lt;span style="color: #0000ff"&gt;&lt;span style="font-size: 24pt"&gt;Opinião de um homem sobre o corpo feminino!&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt"&gt; &lt;br /&gt;
 &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="text-align: right" align="right"&gt;&lt;span style="color: #0000ff"&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt"&gt;Paulo Coelho &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: larger"&gt;&lt;span style="color: #0000ff"&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;&lt;b&gt;Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual, isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas... . Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As magrinhas que desfilam nas passarelas, seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de &lt;br /&gt;
passagem, são todos gays e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são retas e sem formas e agridem o corpo que eles odeiam porque não podem tê-los. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há beleza mais irresistível na mulher do que a &lt;br /&gt;
feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato, são equivalentes a mil viagras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas.. Porque razão as cobrem com calças longas? Para que as confundam conosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão e eu &lt;br /&gt;
reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulêmica e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranqüila e cheia de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Entendam de uma vez! Tratem de agradar a nós e não a vocês. porque, nunca terão uma referência objetiva, do quanto são lindas, dita por uma mulher. Quase nenhuma mulher vai reconhecer diante de um homem, com &lt;br /&gt;
sinceridade, que outra mulher é linda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As jovens são lindas... mas as de 40 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por tantas delas somos capazes de atravessar o atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas que podem entrar no mesmo vestido que &lt;br /&gt;
usavam aos 18. Entretanto uma mulher de 45, na qual entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento ou está se auto-destruindo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio e sabem controlar sua natural tendência a culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se saboteia e não sofre); quando tem que ter intimidade &lt;br /&gt;
com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol' nem em spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus &lt;br /&gt;
existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. &lt;br /&gt;
Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A beleza é tudo isto. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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    <id>urn:lj:blogs.sapo.pt:atom1:os_nossos_tempos:360</id>
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    <issued>2009-07-09T15:25:50</issued>
    <title>Dias dificeis os nossos</title>
    <published>2009-07-09T14:33:29Z</published>
    <updated>2009-07-09T14:43:28Z</updated>
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    <category term="meio cheio meio vazio"/>
    <content type="html">&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Pois é, dias dificeis, estes que vivemos, só desgraças.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Mas, como dizia o &amp;quot;outro&amp;quot;, devemos lembrar as coisas boas, ver pelo lado positivo das situações, existe a tese do &amp;quot;copo meio cheio, meio vazio&amp;quot;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Comic Sans MS"&gt;Eu sou mais pelo lado meio cheio, um pouco optimista, demaziado, dizem alguns, tenho por experiência própria que, com o tempo, tudo se resolve. Não adianta desesperar, tudo vem a seu tempo, a paciencia é uma virtude, dizem alguns, &amp;quot;penso eu de que&amp;quot; têm razão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</content>
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